Uma aula esquecida. Uma isca antiga. Uma oferta que esconde metade do valor. Calls de vendas cheias de linguagem que o marketing ainda não usa. Uma audiência grande comprando pouco.
Antes de criar outra coisa, eu procuro o que já está na mesa.
Marketing não começa produzindo mais. Começa enxergando melhor.
Minha base é Direct Response.
Hoje, meu trabalho começa antes da peça: procuro valor, receita e oportunidades que o negócio já tem, mas ainda está usando abaixo do potencial, e reorganizo oferta, funil e mensagem para colocar isso em campo.
Eu não começo perguntando o que precisamos criar.
Primeiro eu quero entender o que já existe, onde está travando e o que realmente vale mexer.
Porque produzir mais é fácil. Difícil é descobrir qual mudança merece existir.
Nem todo CPL alto é problema de tráfego. Nem toda baixa venda pede outra VSL. Nem todo crescimento pede mais leads.
Às vezes o problema está no preço, na oferta ou no que acontece depois da compra.
Anúncio, VSL, página, e-mail e roteiro são ferramentas.
A peça existe porque existe uma hipótese por trás dela. Não o contrário.
Funcionou? Escala. Melhorou uma parte e estragou outra? Investiga. O funil vende e a conta continua apertada? O problema mudou.
Métrica bonita não recebe passe livre.
Cinco problemas.
Cinco tipos de decisão.
Não escolhi estes projetos porque têm as peças mais bonitas.
Escolhi porque mostram o que eu encontrei, o que decidimos mexer e onde minha participação realmente aconteceu.
Resultado coletivo aparece como resultado coletivo. Hipótese não aparece como resultado.
A campanha nasceu antes do anúncio.
O desafio não era simplesmente divulgar o CON. Era criar um motivo real para um público B2B pensar: “Se eu for agir, é agora.”
O produto já tinha valor. A oferta só não mostrava.
Mais de 100 aulas, serviços e ativos estavam enterrados dentro da entrega. Enquanto isso, concorrentes vendiam separadamente partes semelhantes. O trabalho foi fazer esse valor aparecer.
19 dias. Cerca de 13 pessoas. Uma operação inteira para colocar de pé.
No Plano PD, meu papel deixou de ser simplesmente produzir peças. Entrei na direção de oferta, escrevi ativos críticos e ajudei a coordenar a construção.
O funil vendia. A conta ainda não.
Construímos uma jornada completa para tráfego frio. Vieram compradores. Depois apareceu um problema mais interessante do que “como vender mais”.
Antes de criar outra isca, eu quis saber por que a antiga estava parada.
Uma isca antiga sobre DRE ganhou outra função e virou entrada para uma nova jornada de aquisição da Conta Azul.
O problema não era trazer mais gente. Era a isca ser genérica demais.
O lead magnet falava de forma ampla demais para um público extremamente específico: donos de supermercados.
Redesenhei a proposta de entrada para aumentar relevância antes de aumentar tráfego.
Leandro Rosadas
Às vezes você não precisa comprar atenção mais barata.
Precisa parar de desperdiçar a atenção que já comprou.
Os mercados mudaram. Algumas perguntas apareceram de novo.
Curso. SaaS. Comunidade. Low ticket. Lançamento.
Os contextos mudaram. Mas algumas perguntas continuaram aparecendo no meu trabalho.
O que já existe aqui e está sendo usado abaixo do potencial?
Na Pedagogia, valor enterrado dentro do produto. Na Conta Azul, uma isca antiga. Antes de criar, eu procuro.
O problema está mesmo onde todo mundo está olhando?
No Rosadas, não era necessariamente tráfego. No 68 Renda Extra, depois de validar vendas, o problema virou quanto cada comprador deixava. Um bom diagnóstico muda quando o problema muda.
O que precisa mudar antes de produzirmos outra peça?
Às vezes, oferta. Às vezes, preço, funil, jornada, monetização ou mensagem. A copy entra onde precisa entrar.
E o número está dizendo o quê agora?
Não quero defender uma ideia porque fui eu quem teve. Se o comportamento muda, a leitura precisa mudar também. Se uma hipótese não foi implementada, continua sendo hipótese.
Resultado importa. Trabalhar junto também.
Alguns relatos de clientes e parceiros que estiveram do outro lado dos projetos.
Comecei escrevendo a peça. Com o tempo, passei a mexer no sistema.
Atuo em operações digitais desde aproximadamente 2016/2017.
Minha trajetória não foi uma troca de “Copywriter” por “Growth”. Foi uma expansão de campo.
Copy + oferta + funil
Nos primeiros projetos, a copy já aparecia acompanhada por produto, tracking, ROI, CPL, automação, webinar, escada de produtos e monetização. Foi cedo que percebi que gostava de entender por que uma peça precisava existir, não apenas de produzi-la.
Oferta + arquitetura + monetização
Pedagogia, Letícia Rigolim, Leandro Rosadas, Aris Orlando e outros projetos começaram a repetir o mesmo comportamento: encontrar → reorganizar → reempacotar → valorizar → criar ascensão. O trabalho começava cada vez menos no texto e cada vez mais na arquitetura.
Diagnóstico + ecossistema
Com o tempo, passei a olhar também para recorrência, LTV, escada de valor, aquisição, monetização, produto, base de clientes, ativos subutilizados e novas formas de ascensão. A pergunta ficou maior do que “qual copy precisamos?”.
Growth + SaaS + liderança técnica
Entrei primeiro em um projeto externo de pesquisa e narrativa. Antes de escrever, fui para calls de vendas, oportunidades WIN e LOST, dores, objeções e linguagem real do cliente. Depois de aproximadamente três meses, fui convidado para integrar o time.
Como Tech Lead / Líder Técnico, atuei próximo de Growth, Aquisição e Monetização, com participação em campanhas, anúncios, landing pages, vídeos, narrativa, testes, templates, processos, pesquisa e uso de IA. Também liderei tecnicamente copywriters e influenciei outras frentes de conteúdo e audiovisual.
Eu ainda escrevo.
Anúncio. VSL. Página. E-mail. Roteiro.
Mas meu melhor trabalho acontece quando posso entrar antes do briefing e entender o que estamos tentando mover, onde está travando, o que já existe e qual mudança merece ser testada primeiro.
Experiência construída em contextos diferentes.
Projetos com marcas e especialistas que exigiram leitura de mercado, oferta, aquisição, conversão e trabalho em equipe.
Entre mais de 400 participantes
Uma credencial de copy dentro de uma trajetória que avançou para oferta, funil, aquisição e monetização.

O registro mostra a lista final do concurso e contextualiza o resultado entre mais de 400 cartas de vendas.
Assistir ao vídeo original ↗Meu melhor trabalho começa antes do briefing.
Se o desafio pede alguém para pensar junto sobre aquisição, oferta, funil, monetização e mensagem, e não apenas produzir mais uma peça, provavelmente temos uma boa conversa para ter.